O nome mais contato para assumir a seleção brasileira é o do gaúcho Luiz Felipe Scolari, mas pode ocorrer uma novidade anematigênica nesta historia. O nome do espanhol Pepe Guardiola, o homem responsável por mudar o futebol do Barcelona, pode surgir como alternativa.
Os mais patriotas não aceitam nem pensar em um estrangeiro comandando a seleção brasileira, mas pelo que fez com o time do Barcelona nos últimos anos, Guardiola é visto como o melhor técnico do mundo ao lado do português José Mourinho, e por mais que Murici e Tite sejam merecedor da chance, pelo tempo que resta para a Copa das Confederações e o Mundial, não seriam pário para o maior incentivador do futebol arte, marca registrada do Brasil.
Felipão tem um patamar a mais no seu currículo, já foi campeão mundial e é um dos maiores especialista nas disputas de mata-mata do mundo, formula de disputa do mundial. Isso já seria o suficiente para ser preferido em relação a Murici e Tite.
Na minha opinião Murici teve a chance dele. Num momento em que poderia implementar a sua filosofia, decidiu manter o poupudo salário da Unimed do que aceitar o comando da seleção, por isso eu já o descartaria. Claro que seu currículo de maior especialista em pontos corridos dos Brasil conta, mas no meu ver ele perdeu a chance dele.
Tite fez um trabalho brilhante no Corinthians nos últimos dois anos. Mas em nenhum momento fez um time imbatível. Talvez para a copa de 2018 seja ele o melhor indicado, mas no quesito merecimento, agora, apesar de tudo, Murici até merece mais do que ele.
Se eu tivesse o poder de escolher um treinador para a seleção, iria atrás de Guardiola. Se não desse certo partiria para Felipão e só depois de esgotada essas duas alternativas é que eu recorreria a Murici ou Tite. Para o talento não existe patriotismo, e sejamos sincero, Guardiola é o técnico mais talentoso dos últimos 10 anos.
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